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Estrutura física precária, barcos muito velhos e a poluição do mar são algumas das queixas
Cerca de seis mil pescadores das
quatro colônias da capital baiana estão enfrentando várias dificuldades
para continuar trabalhando. Estrutura física precária, barcos muito
velhos e a poluição do mar são algumas das reclamações feitas por
pescadores de Salvador.
A Bahia tem cerca de 126 mil pescadores, que produzem anualmente 115 mil toneladas de pescado.
Segundo pescadores das colônias de
Itapuã, Rio Vermelho, Subúrbio e Itapagipe, eles se sentem
‘desassistidos’. Entre as queixas estão a carência de linhas de crédito
para adquirir novos equipamentos e reformar embarcações e sedes e a
falta de programas de capacitação.
De acordo com o ministro interino da
Pesca e Aquicultura, Átila Maia, o governo federal criou linhas de
crédito para pequenos e grandes produtores.
A Prefeitura de Salvador informou que a
reforma das sedes desde as centrais (Itapuã, Rio Vermelho, Plataforma e
Paripe) até as demais agremiações (como Boca do Rio e São João do
Cabrito), estão inclusas no projeto de requalificação da orla marítima.
Ainda segundo a Prefeitura, será elaborado um programa de capacitação a
esses trabalhadores.
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