O
presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo
(PDT), afirma ser contra o pagamento do 14º e 15º salário para os
parlamentares baianos. Segundo o pedetista, a regalia que é
disponibilizada para os 63 representantes do legislativo estadual, pode
chegar ao fim se apenas um deles tiver a coragem de propor um projeto
para acabar com a benesse e a maioria votar pelo fim do pagamento.
“Eu não posso propor por ser o presidente da Casa. Mas se algum (deputado) colocar a matéria para apreciação eu ponho para votar sem problema algum. Sou a favor que acabe. Hoje é desnecessário esse beneficio”, revelou em entrevista ao apresentador Zé Eduardo, na manhã desta segunda-feira (25), na Rádio Sociedade da Bahia.
O pagamento do 14º e 15º é antigo e foi instituído pela Constituição de 1946. O objetivo era ressarcir os deputados pelos gastos com o deslocamento da família para o Rio de Janeiro, capital da República à época. Hoje os parlamentares não precisam sair do estado, mas o valor permanece sendo depositado.
O 14º salário foi pago em dezembro, sendo que no mesmo mês eles já receberam o 13º, e o 15º caiu na conta no último dia 16 de fevereiro. Cada parlamentar recebeu R$ 20.042,34 a mais - valor referente ao salário mensal -, totalizando R$ 60.127,02 apenas em dezembro. O valor representa um acrescimo de 2.525,334,84 aos cofre do Estado com o pagamento do 14º e 15º salário apenas em 2012.
No Brasil, algumas assembleias legislativas já começaram a cortas os gastos com os benefícios. Os deputados cariocas aprovaram, por unanimidade, na última quinta-feira (21) a medida que acaba com o beneficio para o colegiado. O 13º salário permanece inalterado para a categoria e a decisão é definitiva. Já em Brasília, os parlamentares federais também estudam a possibilidade de acabar com a regalia para os 513 representantes que recebem por mês R$ 26.723,13.
“Eu não posso propor por ser o presidente da Casa. Mas se algum (deputado) colocar a matéria para apreciação eu ponho para votar sem problema algum. Sou a favor que acabe. Hoje é desnecessário esse beneficio”, revelou em entrevista ao apresentador Zé Eduardo, na manhã desta segunda-feira (25), na Rádio Sociedade da Bahia.
O pagamento do 14º e 15º é antigo e foi instituído pela Constituição de 1946. O objetivo era ressarcir os deputados pelos gastos com o deslocamento da família para o Rio de Janeiro, capital da República à época. Hoje os parlamentares não precisam sair do estado, mas o valor permanece sendo depositado.
O 14º salário foi pago em dezembro, sendo que no mesmo mês eles já receberam o 13º, e o 15º caiu na conta no último dia 16 de fevereiro. Cada parlamentar recebeu R$ 20.042,34 a mais - valor referente ao salário mensal -, totalizando R$ 60.127,02 apenas em dezembro. O valor representa um acrescimo de 2.525,334,84 aos cofre do Estado com o pagamento do 14º e 15º salário apenas em 2012.
No Brasil, algumas assembleias legislativas já começaram a cortas os gastos com os benefícios. Os deputados cariocas aprovaram, por unanimidade, na última quinta-feira (21) a medida que acaba com o beneficio para o colegiado. O 13º salário permanece inalterado para a categoria e a decisão é definitiva. Já em Brasília, os parlamentares federais também estudam a possibilidade de acabar com a regalia para os 513 representantes que recebem por mês R$ 26.723,13.
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