Seg
, 25/02/2013 às 22:52
| Atualizado em: 25/02/2013
às 23:41
Luan Santos
Segundo Antônio Carlos Batista Neves, titular da Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop), o projeto possui um cronograma que é atualizado todos os dias. Hoje, entre as ruas que vão receber a ação estão a Thomaz Gonzaga, em Pernambués, Rua Edson Saldanha, em Cosme de Farias, e Rodovia A, em Boa Vista de São Caetano. A ideia é privilegiar tanto áreas nobres como regiões periféricas da cidade, conforme o superintendente.
A reportagem percorreu, além da San Martin, trechos da Cidade Baixa, como Bonfim, Roma e Uruguai. Todos estes locais têm ruas com a pavimentação estragada por diversos buracos.
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Pituba, Itapuã, Cajazeiras, região do subúrbio e Centro da cidade já foram atendidas.
Crítica - O diretor da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Luiz Edmundo Campos, diz que, historicamente, operações como esta não apresentam resultados eficazes. "Se não fizer o tratamento adequado do local e não fizer a compactação correta, o buraco volta", explicou.
Campos explicou que a recorrência de buracos nas ruas da capital é consequência de pavimentação antiga. "O ideal é colocar uma nova camada de pavimentação a cada dez anos, mas temos pistas com mais de 20 anos sem renovar o asfalto", avaliou.
O titular da Sucop diz que o trabalho é feito para durar, mas a ação não é permanente. A novidade, segundo Batista Neves, é o acompanhamento que a Sucop vem realizando dos serviços executados por empresas terceirizadas. "Vamos às ruas para saber quantas toneladas de asfalto serão utilizadas. A ideia é evitar desperdício de dinheiro".
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