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sexta-feira, 1 de março de 2013

Gasolina terá maior percentual de álcool em 1º de maio


Sex , 01/03/2013 às 09:42

Sandra Manfrini | Agência Estado

  • Joá Souza | Agência A TARDE
    A medida foi uma das alternativas encontradas para tentar amenizar o impacto do reajuste
O aumento do porcentual obrigatório de adição de álcool anidro combustível à gasolina, de 20% para 25%, valerá a partir de 1º de maio, de acordo com a edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União (DOU). A elevação do porcentual de álcool anidro à gasolina foi uma recomendação do Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (Cima).
A mudança já havia sido divulgada pelo governo um dia após o anúncio do aumento do preço dos combustíveis. A medida foi uma das alternativas encontradas para tentar amenizar o impacto do reajuste dos preços da gasolina ao consumidor e sobre os índices de inflação. Além disso, a mudança deve aliviar a necessidade de importação de gasolina.
Além da portaria do ministério da Agricultura, que determina o aumento do porcentual de álcool na gasolina, a resolução do Cima destaca que a medida considerou a "necessidade de assegurar o abastecimento adequado de combustíveis em todo o território brasileiro".

Dívida da prefeitura é de quase R$ 3 bilhões, afirma ACM Neto


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Gestor disse que a dívida de curto-prazo deixada pela gestão anterior é de R$ 559 milhões e que a de longo prazo gira em torno de R$ 2,4 bilhões

01.03.2013 | Atualizado em 01.03.2013 - 06:55
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Da Redação 
O prefeito de Salvador ACM Neto anunciou ontem que a dívida acumulada da prefeitura é de quase R$ 3 bilhões. Em encontro com a diretoria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), o gestor disse que a dívida de curto-prazo deixada pela gestão anterior é de R$ 559 milhões e que a de longo prazo gira em torno de R$ 2,4 bilhões.
“Vamos verificar a procedência desses compromissos e apresentar um plano de pagamento que vai beneficiar inicialmente os pequenos credores, mas que também vai sinalizar uma perspectiva de pagamento para o conjunto geral”, afirmou.
Neto ressaltou ainda que o orçamento de 2013, feito pela antiga gestão, tem um rombo de R$ 520 milhões entre as estimativas de arrecadação e despesa. Por conta do déficit, o prefeito já havia anunciado, no início da gestão, um contingenciamento de 25% dos gastos do município.
Para aumentar a arrecadação, Neto deve enviar na próxima semana um conjunto de alterações tributárias para a Câmara de Vereadores. “Não vamos mexer em alíquotas nem majorar impostos.
Vamos defender um conjunto de medidas para dar eficiência à arrecadação de tributos”. O prefeito convidou a Fieb a discutir a criação de uma agência de negócios na capital, a  Salvador Negócios, para promover a cidade e atrair investimentos.

Deputados baianos pedem fim do 14º e do 15º salários na Assembleia


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Cerca de R$ 2,5 milhões ao ano a menos nas contas pessoais dos deputados baianos

01.03.2013 | Atualizado em 01.03.2013 - 07:46
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Cerca de R$ 2,5 milhões ao ano a menos nas contas pessoais dos deputados baianos. Dinheiro que sobra na Assembleia Legislativa e pode ser devolvido ao estado, revertido em obras e melhorias para a população. Essa é a soma do 14º e 15º salários que os 63 parlamentares baianos têm direito, benefício que entrou ontem na berlinda, a reboque da aprovação do projeto que acabou com a boquinha extra no Congresso Nacional.
Semana que vem, oposição e base aliada sentarão para discutir a apresentação de um projeto de emenda constitucional (PEC) para acabar com o benefício. Sem remar contra a maré, a unanimidade dos deputados ouvidos pelo CORREIO, que até então recebiam a grana extra sem reclamar, afirmou ser a favor da igualdade de direitos com os demais cidadãos brasileiros, que só recebem o 13º salário.
“Tudo vai mudando, não é? O que vimos no passado não serve agora mais. Tudo é o momento, e agora a pressão é grande da sociedade”, constatou o deputado Reinaldo Braga (PR), que se diz favorável ao corte. “É uma grande oportunidade de limpar a imagem do político baiano, de mostrar que não estão em busca de regalias, mas de trabalho e de ajuda ao povo”, defendeu Uziel Bueno (PTN).
Tratado como irreversível pela maioria dos parlamentares, o corte de dois salários anuais virou motivo de ciumeira, já que alguns, ao perceber o apelo popular do tema, foram aos holofotes da tribuna da Assembleia.

Depois de cair no Congresso, deputados estaduais iniciam mobilização para extinguir benefício na Bahia (Foto: Robson Mendes)
Paternidade
Um deles foi o próprio Uziel, que chamou para si a responsabilidade de elaborar e apresentar a proposta. Ao ser confrontado com a necessidade de apresentar 21 assinaturas no documento para torná-lo válido, não titubeou. “Vou em busca das assinaturas nos gabinetes. Se o problema é esse, esse cara sou eu”, completou.
A petista Luiza Maia também subiu à tribuna para liderar o processo. “Nossa atividade é vista como uma coisa ruim e acho isso péssimo para democracia. Precisamos aprovar essas mudanças para que o povo possa nos aplaudir”, disse.
Um dos incomodados com os discursos inflamados foi o líder governista, Zé Neto (PT), que tratou a PEC como de autoria coletiva. “Não tem ninguém para ser pai da criança aqui na Bahia, porque vai ser decisão de bancada. Vamos reunir, discutir o assunto  e fazer projeto coletivo”, disse.
Avaliando o fim do 14º e 15º salários como uma “evolução da classe politica”, o petista ponderou que o pagamento destes benefícios “não é uma  farra desvairada”. 
Zé Neto argumenta que os salários extras foram criados para compensar o não recolhimento do FGTS e Previdência, além da ausência de férias. “Recesso não é férias. Este ano, só tive dez dias com minha família. Recesso é a chance que temos de ficar perto de nossas bases. Muitas pessoas não reclamam que deputado se elege e passa quatro anos longe?”, indagou.
Na oposição, o líder Elmar Nascimento (PR) afirmou que deverá recolher a assinatura dos 18 membros do bloco e depois pedir a adesão dos governistas.
Todavia, ainda há quem demonstre incômodo. “Não tenho pretensão de ganhar mais do que qualquer outro trabalhador, mas esse não é o grande problema do país. Há outras questões muito mais importantes para serem discutidas”, disse João Bonfim (PDT).
A tramitação da PEC deve durar de dois a três meses, segundo o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT). “Se caiu em Brasília, cai aqui também”, avaliou. Para valer, a PEC tem que ser aprovada duas vezes, em votação aberta e com adesão de 38 deputados.
Outras mudanças
O deputado Álvaro Gomes (PCdoB) afirmou que vai sugerir que a mesma PEC também exija o fim do salário extra no caso de convocações extraordinárias no período de recesso. “Já que recesso não é férias, não tem sentido ganhar mais”, pontuou. A proposta tem o aval do presidente da Casa. “Pode tirar. Tá na lei, mas não existe mais convocação remunerada, nunca mais aconteceu”, ponderou Nilo.

Salários a mais foram extintos na Câmara de Vereadores
Na Câmara de Vereadores de Salvador, o fim do 14º e 15º salários começou a vigorar já em janeiro deste ano, se antecipando à mudança ocorrida em Brasília somente nesta semana. A decisão foi tomada em dezembro do ano passado, mas só após os parlamentares do município aumentarem os próprios salários em 50% -  de cerca de R$ 10 mil para R$ 15 mil.
“O político é um trabalhador como outro qualquer e não pode manter privilégios. Temos que dar o exemplo”, disse o vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente da Casa. Esse corte de benefícios representa uma economia de R$ 1,3 milhão aos cofres municipais.
Vereadores não recebem auxílio moradia, já que residem na cidade em que foram eleitos. Em Brasília, a medida deve gerar uma economia anual de, pelo menos, R$ 30,1 milhões, considerados os gastos da Câmara Federal e Senado.

Após venda de vaga no circuito, Conselho suspende bloco Broder do Carnaval 2014


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O bloco é de responsabilidade da ED Dez Produções, do ex-jogador Edílson Ferreira, o Capetinha

01.03.2013 | Atualizado em 01.03.2013 - 06:58
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Da Redação
Por unanimidade, o Conselho Municipal do Carnaval (Concar) decidiu pela suspensão temporária do bloco Broder, que no último Carnaval esteve envolvido na venda ilegal de espaço no desfile.
O bloco, do ex-jogador de futebol Edílson Ferreira, o Capetinha, foi protagonista de uma ação judicial no Carnaval deste ano.
Isso porque Edílson negociou o lugar na fila com a banda Timbalada, enquanto a outra sócia do bloco e ex-mulher do jogador, Ivana Maturino Solon, fez acordo similar no valor de R$ 100 mil com o bloco Largadinho, da cantora Claudia Leitte.
O processo será concluído em 30 dias, quando a expulsão será julgada. Na reunião foi criada uma comissão para definir critérios de ordem no desfile.




Na mesma reunião, foi instalada também uma comissão para, em um mês, apontar quais os outros blocos que também venderam vagas nas filas e que deverão passar por processo de expulsão.
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MP abre apuração sobre ordem dos desfiles na Barra
Blocos como Fissura, Gula, Fecundança e Broder estão na mira da promotora Rita Tourinho, sob suspeita de que usam o benefício do lugar na fila para vender os espaços, como fez o ex-jogador Edilson Ferreira, o Capetinha. Segundo sua esposa e sócia, Ivana Solon, ele vendeu o mesmo espaço para o bloco Largadinho, de Cláudia Leitte, e para a Timbalada. 
A promotora solicitou ao Conselho do Carnaval uma lista dos donos dos blocos e ordem de desfile este ano. “Vamos apurar todos os casos, principalmente os que são mostrados com fusões, mas que têm indícios de venda”.
Segundo o secretário Guilherme Bellintani, o Broder já está excluído do próximo Carnaval. Outros quatro blocos, que o gestor não quis identificar, também perderão o lugar por não terem desfilado com trios este ano.
O presidente do Conselho do Carnaval, Pedro Costa, afirma que os critérios para 2014 devem ser analisados com cuidado. “Não é justo que os primeiros blocos a descer para a Barra, quando ninguém queria desfilar nesse circuito, sejam penalizados”.

Empresário é executado e três pessoas ficam feridas em bar de Feira de Santana


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Segundo a polícia, o empresário era envolvido com o jogo do bicho e caça-níqueis. Duas jovens e um rapaz também foram baleados

01.03.2013 | Atualizado em 01.03.2013 - 09:43
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Foto: Reprodução/Acorda Cidade
Empresário estava acompanha de amigos quando foi morto

Da RedaçãoAtualizado às 9h52
Um empresário foi morto a tiros e outras três pessoas ficaram feridas em um atentado na madrugada desta sexta-feira (1º), em um bar de Feira de Santana, município localizado a 109 quilômetros de Salvador. Segundo a polícia, o empresário era envolvido com a prática do jogo do bicho e caça-níqueis na região.
De acordo com Vera Lúcia Macedo, investigadora da Delegacia de Homicídios, Oldair José da Silva, mais conhecido como Dainho, estava acompanhado por cerca de dez amigos quando dois homens invadiram o bar Mister Salli, no bairro Santa Mônica, por volta da 0h de hoje.
"Dois homens ficaram do lado de fora, dando cobertura aos bandidos e aguardando em motocicletas", relata a investigadora da Polícia Civil. "Os outros dois já chegaram no local atirando. O crime tem todas as características de execução, porque somente Oldair, a vítima fatal, foi alvejado por 12 tiros".
Duas jovens e um rapaz também foram baleados durante o tiroteio - uma delas, alvejada nas nádegas, foi socorrida para o Hospital Geral Clériston de Andrade.
Já o rapaz e a outra jovem foram encaminhadas para o Hospital Emec. O estado de saúde dela é considerado grave porque a vítima perdeu muito sangue ao ser baleada na perna.
O corpo de Oldair José da Silva, 40 anos, foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde deve passar por uma perícia antes de ser liberado para o sepultamento.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Feira de Santana, mas a polícia ainda não identificou os quatro motociclistas envolvidos no crime, nem a motivação do atentado.