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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Show de Anitta é cancelado por Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro


Entretenimento

29/07/13 às 08h29
Segundo informações o local não estava com segurança adequada para realizar o evento
A funkeira MC Anitta teve seu show cancelado neste domingo (28). A cantora ia se apresentar em uma quadra de escola de samba no Rio de Janeiro, mas o Corpo de Bombeiros acabou impedindo a realização do evento. Segundo informações do site Ego, a apresentação de Anitta foi cancelada porque a produção do show não teria disponibilizado o efetivo necessário com a devida segurança para que a festa pudesse acontecer.
Sem saber que o evento tinha sido cancelado, alguns fãs da funkeira compareceram ao local e fizeram protestos, batendo nos portões da quadra da escola, houve muita gritaria. De acordo com informações de representantes da cantora, uma nova data será decidida para que o evento possa acontecer.
anitta
Foto: Reprodução

domingo, 28 de julho de 2013

Em estilo hippie, Ronaldo curte balada com Paula Morais em Ibiza


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Os dois estão aproveitando as férias na Espanha com filhos do ex-jogador

28.07.2013 | Atualizado em 28.07.2013 - 15:56
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Da Redação
Depois de curtir a praia e exibir um físico um pouco distante da "medida certa", Ronaldo Fenômeno acompanhou sua namorada, a DJ Paula Morais, em um programa diferente. Os dois foram à boate Pacha, uma das mais conhecidas de Ibiza, na Espanha, para uma festa temática.
Em estilo hippie, foi a própria Paula Morais quem compartilhou a foto do casal se preparando para a balada na Europa. Fazendo o símbolo da paz juntamente com Ronaldo, ela mandou uma mensagem positiva aos seus seguidores na rede social Instagram: "Flower Power!! #blackpower #maisamorporfavor #sociedadealternativa #pacha #ibiza".
Os dois estão aproveitando as férias junto com filhos do ex-jogador.


Grupo lança aplicativo que localiza pontos de internet wi-fi em Salvador


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O app está disponível para as plataformas Android e iOS – que abrange iPhone, iPad e iPod Touch

28.07.2013 | Atualizado em 28.07.2013 - 08:47
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Da Redação 
O Laboratório de Pesquisa em Mídia Digital, Redes e Espaço (Lab404), grupo de pesquisa da Universidade Federal da Bahia, lança nesta quarta-feira (31) o aplicativo Wi-Fi Salvador. O app, disponível para as plataformas Android e iOS – que abrange iPhone, iPad e iPod Touch - permite facilitar a localização de pontos de internet wi-fi em Salvador.

O lançamento será às 18h, no auditório da Faculdade de Comunicação da Ufba, no campus da universidade em Ondina. Pelo Wi-Fi Salvador, o usuário poderá achar os estabelecimentos comerciais, instituições e locais públicos que disponibilizam redes sem fio para acesso à internet.

O projeto, que mapeou mais de 150 lugares com acesso wi-fi, é coordenado pelo professor André Lemos e foi financiado pelo do Fundo de Cultura, projeto da Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia. O evento de lançamento ainda terá palestras com o professor Fabio Malini da UFES e com o próprio idealizador do projeto.

"TJ-Ba tem varas vazias e funcionários fantasmas", acusa ministra Eliana Calmon


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Ela lembra que desde sua passagem pela corregedoria do CNJ constatou-se a existência de varas com insuficiência de servidores de um lado e funcionários fantasmas e servidores com altos salários

28.07.2013 | Atualizado em 28.07.2013 - 10:14
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Baiana, a ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirma que o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) desrespeita propositadamente orientações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que cobram mais transparência e eficiência no Judiciário baiano. Ela lembra que desde sua passagem pela corregedoria do CNJ constatou-se a existência de varas com insuficiência de servidores de um lado e funcionários fantasmas e servidores com altos salários e sem função nos gabinetes dos desembargadores de outro - uma das muitas irregularidades que geraram agora sindicâncias contra a direção do Tribunal.
Eliana aponta ainda a troca de favores entre o governo do estado e a ‘igrejinha’ que domina o poder no TJ-BA. Eliana Calmon recebeu o CORREIO  em seu apartamento, no Edifício Oceania, com vista para o Farol da Barra, e, em mais de uma hora de conversa, falou ainda sobre o desejo de ocupar cargo político na Bahia. Veja os principais tópicos da entrevista:

Eliana Calmon recebeu o CORREIO no Edifício Oceania (Foto: Arisson Marinho)

Inspeção do CNJ no TJ-BA
Há, por parte do TJ, o entendimento de que não deve cumprir determinações do CNJ, que ninguém deve se meter no tribunal. Muitas irregularidades eu já havia apontado, e o ministro Francisco Falcão (atual corregedor do CNJ) veio saber se tinham sido cumpridas as determinações. Viu que não foram, encontrou novas irregularidades e decidiu abrir sindicâncias. Os problemas são antigos. O ministro Gilson Dipp (corregedor entre 2008 a 2010) veio aqui e verificou que estava caótica a gestão do tribunal. Fiz recomendações e eu vim aqui cobrar duas vezes. Constatei que nada tinha sido feito: estava pior.
A população continuava sofrendo com falta de estrutura, faltando juízes e servidores, e eles diziam que não tinham recursos para fazer concurso. Essas situações não são novas.
Cálculo de precatórios que onerou o estado e prefeitura de Salvador em R$ 448 milhões
É uma gestão indevida, porque foram cálculos errados, feitos por ignorância, descaso, desprezo. Eu já tinha determinado que a Justiça Federal fornecesse os cálculos, eles têm tudo isso informatizado e ficou decidido que eles colaborariam, mas eles não buscaram ajuda. O que é  corrupção? É ação ou inação. A inação é uma forma de corrupção. Eu não acho que seja uma corrupção ativa, que esse dinheiro tenha sido propositalmente dado a alguém. Acho que houve, porém, algumas facilidades de algumas pessoas favorecidas na fila, na ordem cronológica.
Funcionários fantasmas
Há muitos cargos em comissão nos gabinetes dos desembargadores, enquanto as varas, onde o atendimento é feito, estão vazias. Encontrei varas com um ou dois funcionários na própria capital. E um monte de funcionários fantasmas ou sem fazer nada no TJ, com altos salários e gratificações. Havia caso de funcionária que morava em São Paulo e não vinha aqui, com salários altos, de R$ 15 mil. É muito difícil investigar a Justiça da Bahia, porque há uma resistência muito grande. Eu pedi, mas não apresentaram as declarações de renda (de mais de mil servidores e juízes).
Política no TJ-BA
Na realidade, é uma política para nada, de domínio pessoal. O desembargador Dultra Cinta, que veio para substituir um grupo que era dominado pelo carlismo, terminou exercendo as mesmas práticas de domínio e deixou seguidores. Os desafetos não entram no tribunal, os desembargadores que não acompanham a igrejinha ficam em segundo plano. Isso é a prática diuturna de uma gestão viciada. A politica dentro da Justiça é para as pessoas se sentirem donas do tribunal.
Relação entre Judiciário e Executivo
Há uma vinculação muito grande do governador à presidência, ao grupo dominante, porque existe sempre a ideia de que o tribunal deve estar bem com o governo. Mas a Constituição de 88 acabou com isso. O Judiciário é fiscal das políticas públicas e pode se insurgir contra o governo quando as políticas não são adequadas. Existe na Bahia uma espécie de pacto onde o TJ está muito alinhado ao governador, o Ministério Público também tá alinhado ao governador e todos os poderes vivem tranquilamente dentro deste pacto silencioso que existe entre os poderes.  Existem trocas de favores, existem algumas conivências. Existe o olhar mais apurado para as causas que os donos do poder têm interesse, e é exatamente isso que nós não gostaríamos que tivesse, que a Justiça fosse independente.
Reforma do Judiciário
A sociedade toda está indignada com a aposentadoria compulsória com proventos integrais de alguém que foi execrado pela Justiça. Eu não dou dois anos para a reforma acontecer, as ruas não gritaram ainda em razão do julgamento do mensalão e de Joaquim Barbosa. É o que está segurando o grito do povo contra o Judiciário, mas o povo não está satisfeito com os três poderes. Os magistrados querem reforma, mas sem perder benefícios, que eles chamam de prerrogativas. Os dias trabalhados de um magistrado são 162 dos 365 do ano. Ele tem dois meses de férias, vinte dias de recesso, tem os feriados, domingos e sábados. Isso não pode, não é prerrogativa: é falta de trabalho, em um órgão que está superlotado de  trabalho, tem muito processo e não se julga porque não tem tempo, isso não se admite.
Novos tribunais federais
A criação dos tribunais regionais (o Congresso aprovou a criação de quatro - um na Bahia - mas o STF suspendeu a lei) é bom para os juízes. Todos querem porque fazem com que mais juízes ascendam aos tribunais, as carreiras deslancham. Os políticos também querem, porque é uma forma de colocar parentes e aderentes no tribunal. O tribunal da 5ª Região, em Recife, que atende a todo o Nordeste, está muito bem, não tem atrasos, cada gabinete tem 200 processos. E o que vai acontecer? Vão ficar ociosos com a criação do tribunal Bahia/Sergipe.
Reforma política
A questão mais controvertida é o financiamento de campanha. É esse o ovo da serpente. Talvez a melhor forma fosse o plebiscito, porque as pessoas opinariam. Agora, o plebiscito a toque de caixa, a um ano das eleições, seria deletério, porque não se faria algo bem feito. Infelizmente, vimos a perplexidade (dos políticos) em relação ao grito das ruas e ainda a forma que tentam enganar o povo. Na semana seguinte às passeatas, houve a utilização do aviação da FAB na cara do povo. O que significa que eles não vão mudar. O povo tem que fazer como o bulldog, morde e não solta, continua agarrado. A presidente Dilma está acuada. Ela tem uma questão de governabilidade muito séria, o estado está parado em termos de desenvolvimento, e ela é refém de um congresso que não é parceiro dela.
Carreira política
Eu ainda tenho responsabilidade com o Poder Judiciário (se aposenta em novembro de 2015). Tenho recebido muitos convites, dos mais diversos partidos, eu fico até vaidosa de cogitarem meu nome. Mas o que fico questionando é:  será que eu seria uma boa política? Tenho muito receio de entrar para a política. Não descarto, mas não digo que aceitarei, principalmente nas próximas, mas ainda não tenho segurança. Não tenho predileção por partidos. Os partidos no Brasil não têm ideologia própria: aqui se vota em pessoas, não em partidos.
Medos
Dentro de um panorama que se delineia de partidos, de financiamento de campanha, tudo isso é muito difícil. Eu vivo do meu salário, tenho poucas economias: e o dinheiro para campanha? Eu serei financiada por alguém e esse alguém vai ser meu dono? Eu até agora não fui propriedade de ninguém. Tenho dito com toda a sinceridade isso aos partidos que me convidam. 
Cargo político na Bahia
Eu tenho um carinho especial pela Bahia. Sou baiana, a minha família é toda da Bahia. Até meu neto, que nasceu em Brasília, gosta é da Bahia. É muito interessante observar como a gente vai se ligando a nossa terra, não é?

Quem você colocaria no lugar de Dilma?

domingo, 28 de julho de 2013

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

A semana termina com outra pesquisa de opinião mostrando que a aprovação e as intenções de voto da presidente Dilma Rousseff sofreram nova queda. Após os institutos Datafolha e MDA, agora foi o instituto Ibope que não apenas confirmou os números dos outros dois institutos como também mostrou que o percentual dos que reprovam a gestão dela (49%) ultrapassou o dos que aprovam (45%).


Este Blog tem entrevistado especialistas em estatísticas políticas e econômicas a fim de que se possa entender o fenômeno de uma governante que há dois meses batia recordes de popularidade e, de repente, passou a enfrentar uma onda de reprovação como a que tem sido vista.

Nesse contexto, o sociólogo Marcos Coimbra, diretor do instituto Vox Populi, revelou um fato importantíssimo em entrevista que deu ao Blog no último dia 18: as grandes manifestações de junho, que prosseguiram em julho – com menos ímpeto, mas que prosseguiram –, não deram início à queda de popularidade da presidente da República, mas a aceleraram.

As quedas da aprovação e das intenções de voto de Dilma já se faziam sentir nas pesquisas de fim de maio, começo de junho. Abaixo, gráfico do Datafolha revelando a trajetória descendente.



Duas semanas antes da entrevista de Marcos Coimbra ao Blog, o diretor do Datafolha também falou a este espaço sobre pesquisa recém-divulgada por seu instituto. No dia 4 de julho, Mauro Paulino deu entrevista a esta página em que explicou que, independentemente dos questionamentos à metodologia do Datafolha (que não leva em consideração eleitores das zonas rurais do país), a detecção da queda da presidente ocorrera dentro da mesma metodologia usada pelo instituto anteriormente e, portanto, não havia o que questionar.

Fato: a afirmação de Paulino se mostrou certeira.

As entrevistas que os presidentes de dois dos quatro maiores institutos de pesquisa do país deram ao Blog apontaram para o mesmo fenômeno apontado pela pesquisa que o instituto MDA fez para a Confederação Nacional dos Transportes no dia 16 de julho. O post Pesquisa mostra o pessimismo como causa da queda de Dilma reporta dado que o MDA apurou e que explica a razão pela qual Dilma perdeu tanta popularidade em tão pouco tempo.

Na entrevista ao Blog, Coimbra analisou que a renitência do noticiário negativo da grande mídia sobre a economia, que teve início – com a contundência que se tem visto – a partir de janeiro, terminou por convencer um setor bem maior da sociedade de que o país deve piorar futuramente.

As manifestações de junho e julho, portanto, só fizeram essa percepção se acentuar. Ver tanta gente na rua reclamando furiosamente, depredando, incendiando, agredindo, produzindo cenas de confronto entre si e contra a polícia referendou o noticiário, levando à sensação de que se tantos reclamam é porque o barco deve mesmo estar afundando.

Esse processo de busca pelo entendimento do fenômeno político em curso no Brasil culmina, agora, ementrevista que o ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcio Pochmann também deu ao Blog na última sexta-feira (26).

Se realmente o descontentamento com o que ainda não aconteceu – uma grave crise econômica – estiver por trás da considerável perda de popularidade e de intenções de voto de Dilma ao longo de maio, junho e julho, a entrevista de Pochmann indica que essa situação pode ter vida curta.

Apesar do terrorismo econômico midiático (expressão usada pelo ex-diretor do Ipea), os dados macroeconômicos estão longe de apontar para o desastre. Segundo Pochmann, o Brasil deve fechar o ano com desemprego em patamar similar ao de hoje (ou igual ou um pouco melhor), o país deve crescer mais do que no ano passado e a inflação, como tem sido nos dez anos anteriores, deve ficar dentro da meta do Banco Central.

Ora, se a razão da insatisfação com o governo Dilma decorre de crença de grande parte da sociedade no catastrofismo (ou terrorismo) econômico midiático, se as desgraças que esses órgãos de “imprensa” de oposição não-assumida alardeiam não se materializarem os que se deixaram levar por previsões pessimistas concluirão que embarcaram numa canoa furada.

Claro que a mídia continuará prevendo desgraças, mas como falta muito tempo para a eleição de 2014 a realidade terá que confirmar os vaticínios midiáticos. Não será possível continuar por mais um ano e meio dizendo que a desgraça virá. Se não vier, as pessoas terão que refletir.

No ano que vem a esta hora, estaremos às portas do início da propaganda eleitoral “gratuita” no rádio e na televisão. Naquele momento, as pessoas começarão a refletir sobre como estão as suas vidas e se perguntarão se as desgraças anunciadas se materializaram.

Se o país não tiver mergulhado no desemprego, na hiperinflação, com salários e renda das famílias despencando e a economia em recessão, será inevitável que o eleitor pergunte a si mesmo quem vai colocar no lugar de Dilma e se vale a pena trocar o “técnico” de um time que, então, será impossível negar que estará ganhando.

Como no período eleitoral a presidente terá como falar ao país sem intermediação da mídia, que distorce e até censura seus argumentos enquanto ela, de forma temerária, não usa a sua prerrogativa de convocar pronunciamentos de rádio e TV, naquele momento – com a economia indo bem, com o desemprego baixo e o país crescendo – a sociedade terá que meditar.

Quando todos os lados puderem dizer o que bem entenderem, será simples para a coalização governista lembrar o que o principal adversário de então – que, obviamente, será o PSDB – fez quando ocupou o poder. Se a economia estiver indo bem tanto quanto hoje ou mais – ou seja, se as previsões catastrofistas não se materializarem – será praticamente impossível que o brasileiro troque o certo pelo duvidoso.

Marina Silva, que foi quem mais ganhou com a perda de popularidade de Dilma, será vista em sua real dimensão: uma outsider sem base partidária e sem propostas concretas. Aécio Neves terá que enfrentar o peso de sua trajetória e de pertencer ao PSDB – partido que a maioria sabe que afundou o país quando governou – e Eduardo Campos, se realmente for para a disputa, terá que explicar por que se opõe a um projeto que integrou.

A mídia e a oposição sabem de tudo isso e, assim, apostam em que as manifestações e a perda de popularidade de Dilma piorem a economia. Há, portanto, um processo de sabotagem do país, um legítimo crime de lesa-pátria sendo cometido. Quanto pior, melhor.

Caberá a Dilma e ao PT, pois, entenderem que, mais do que criar factoides para atender ao “clamor das ruas”, cabe cuidar da economia. Mais uma vez, será ela que irá definir quem estará no Palácio do Planalto a partir de 1º de janeiro de 2015. Há que pilotar o Brasil até outubro do ano que vem sem deixar que a sabotagem destro-midiática funcione.

Sim, os agentes econômicos estão assustados e isso preocupa. O Brasil depende de investimentos internos e externos para continuar mantendo o nível de emprego e para que a atividade econômica não despenque. Contudo, apesar de o capital ter o coração de um passarinho, este país é um manancial de lucros para quem souber aproveitar e o capital sabe muito bem disso. Não rasga dinheiro.