Qua
, 06/03/2013 às 07:58
| Atualizado em: 06/03/2013
às 07:58
Paula Pitta
O aposentado não é o único nessa labuta diária de escapar da lentidão no trânsito de Salvador. Usar rotas de fuga, mudar os horários de saída e utilizar meios de transporte alternativo são estratégias de muitos soteropolitanos que circulam pela cidade. Se você mora no "olho do furacão" pior ainda. Esse é o caso do analista de sistema André Santos, de 26 anos, que mora na Avenida Paralela, por onde passam 240 mil veículos por dia e que é um dos principais gargalos do tráfego na cidade. Para se deslocar, André faz como Vanderlei e busca rotas de fuga. "Tento entrar pelos bairros. Para quem conhece os caminhos, essa é uma boa opção, já que sair mais cedo já não adianta mais", diz o rapaz.
A comerciante Ana Maia, 36 anos, que mora no Imbuí, bairro que tem como acessos a Avenida Paralela ou Orla, dois pontos críticos no trânsito de Salvador, também é adepta da rota de fuga. "A Paralela tem horas que ninguém passa, então busco outras alternativas, como sair pelo Curralinho, no Imbuí", explica. A comerciante também utiliza outra estratégia de escape no seu dia a dia: "Uso mototáxi, mas ainda tem poucos na cidade. Eles intensificam no Carnaval, mas deveria ser mais frequente, porque ajuda a escapar do engarrafamento".
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